quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O musgo da floresta perdida

Das árvores da floresta perdida caiam folhas e frutos e pequenos galhos e outras vitimas da gravidade. E tudo caia no musgo espesso do chão e esse musgo tudo apanhava, tudo queria, e desse musgo da floresta perdida tudo crescia.
Um dia choveram pragas do céu na floresta perdida e toda ela ficou sob um manto de magia estranha.
Tudo aquilo que se desprendia, a gravidade transformava em belas mulheres e o musgo transformou-se em mim, e eu tudo apanhava, e eu tudo queria, e tudo que crescia de mim eram sentimentos obscuros que se materializavam.

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